viajo num constante desiquilíbrio entre a realidade e a fantasia, entre o que o meu coração pede e o meu cérebro exige. como são tristes e tortuosas estas batalhas, como são longos e escuros estes caminhos, e quando são feitos sozinhos, apenas com uma alma determinada e um pouco de coragem, combinada com uns travos de loucura, tornam-se algo assustadores. não gosto do escuro, simplesmente pela sua maravilhosa capacidade de me fazer criar imagens que vêem da minha própria fantasia, e de uma maneira estranha, materializa-as para a realidade. oh, meus doces, como eu sou uma alma que vagueia por caminhos que deveria não escolher. mais uma alma, há procura.
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